Devido a boa receptividade da minha primeira postagem com uma dica de filme, aproveito a chegada do final de semana para sugerir alguns títulos que eu vi, gostei e indico.
Todos tem uma característica em comum, ou fazem o gênero cult, que por definição é "a denominação dada aos produtos da cultura popular que possuam um grupo de fãs ávidos. Geralmente, algo cult continua a ter admiradores e consumidores mesmo após não estar mais em evidência", ou seja cult significa cultuar aquilo que se aprecia ou o gêrero Indie, do inglês é a abreviação (no diminutivo) de independent (em Português, independente)e se aplica, na indústria de artes e performance, para os músicos, produtores e artistas que ainda não tem contratos de press and distribution (PD, ou imprimir e distribuir) e lançam os seus projetos independentemente.
Eles são conhecidos apenas por um grupo restrito de pessoas ou menosprezados por quem, literalmente, os julgam pela capa.
Obs: Contém spoilers!
1- Elephant
“Como é horrível e belo o dia que ainda não vi”
Filme norte-americano de 2003, dirigido por Gus Van Sant. No Festival de Cinema de Cannes do mesmo ano, Gus Van Sant ganhou o prémio de Melhor Realizador e o filme foi o vencedor da Palma de Ouro.
O filme retrata um dia supostamente comum na vida de estudantes em uma escola americana, sob a ótica de diferentes alunos. O que eles lanchavam, o tipo de conversa que tinham, os planos, os sonhos, as tarefas escolares, o treino do time. Um dia normal, com exceção de que não era.
Enquanto a maioria fazia suas atividades, dois alunos que haviam faltado aula, adentraram na escola com armas e um objetivo: Matar a maior quantidade de pessoas possível.
Spoiler.
A grande sacada do Van Sant nesse filme foi manter o suspense de quem iria morrer e quem iria escapar até o final. O espectador se identifica com as situações e cria empatia pelos personagens e é angustiante vê-los levando um tiro enquanto lêem um livro na biblioteca. Sim, isso foi um spoiler. Os personagens são cativantes, a “nerd esquisita”, o fotografo, os meninos que piraram revoltados com o Bullying e, para mim, o mais especial é John, o loirinho que estampa quase todos os pôsteres do filme. Ele é estressado ao extremo devido aos problemas com o pai alcoólatra, com a escola, só que ao contrário dos rapazes psicóticos ele encara isso de uma forma mais suave. Chora em silêncio, brinca com um cachorro na hora do intervalo, longe daquele mundo humano cheio de problemas. Ele é tão da paz que os meninos quando chegam na escola, mandam ele ir embora “porque uma coisa ruim iria acontecer”.
MAS POR QUE “ELEPHANT”??? O que um elefante tem haver com tudo isso???
O Titulo se refere a uma antiga parábola budista “O elefante do Rajá ” sobre um grupo de cegos examinando diferentes partes de um elefante. Nessa parábola, cada cego afirma convictamente que compreende a natureza do animal com base tão-somente na parte que lhe chega ao tato (um tocou a perna, outro a tromba, outro a barriga, outro o marfim e o outro a calda). Ninguém vê ou sente o objeto na sua totalidade, mas todos arriscam um palpite totalizante – e, naturalmente, equivocado.
Assim é o filme, cada aluno tem sua visão, mas só observando o conjunto dessas visões é que se entende o desfecho.
A obra é “Tão facilmente ignorável quanto um elefante na sala de estar”, também foi uma das associações ao título do filme.
Inspirado no verídico Massacre de Columbine.
Corra, Lola, corra
“Roubaram minha lambreta”
É um filme alemão de 1998 dirigido por Tom Tykwer.
Manni, o coletor de uma quadrilha de contrabandistas, esquece no metrô uma sacola com 100.000 marcos [moeda alemã] Ele só tem 20 minutos para recuperar o dinheiro ou irá confrontar a ira do seu chefe, Ronnie, um perigoso criminoso. Desesperado, Manni telefona para Lola, sua namorada, que vê como única solução pedir ajuda para seu pai, que é presidente de um banco. Assim, Lola corre através das ruas de Berlim.
A sinopse poderia ser considerada simples. Uma mulher tem que atravessar a cidade, conseguir 100.000 em dinheiro e levar para o namorado no local combinado. Tudo em 20 minutos!
O diferencial desse filme é o modo como a história foi conduzida. Temos de tudo, desde cenas de animação a flashbacks e colagens fotográficas.
O destaque em Corra, Lola, corra certamente é o TEMPO e sua influencia em nossa vida. Todas as conseqüências de nossas escolhas e situações vividas ao acaso. Como 20 minutos mudam completamente uma vida e podem ser a diferença entre tudo dar certo e tudo dar errado. Cada detalhe altera o todo. Por isso cada evento vivido por Lola modifica o final de sua pequena aventura pelas ruas de Berlim e cabe a nós escolher o que desejamos entre os 3 apresentados. Além do mergulho nas cores e nas músicas deste filme temos também um momento de epifania. Perguntas como “E se eu tivesse ido aquela festa,” “O que teria acontecido se eu tivesse pego aquele ônibus” ou “café ou chá?” , começam a surgir em nossas mentes, tudo passa a ter importância, pelo menos nas horas seguintes ao término do filme.
É europeu e é despretensioso e divertido. Podem confiar.
Sucker Punch :Mundo Surreal
“Você tem todas as armas que precisa. Agora lute!”
É um filme americano, do diretor Zack Snyder. Ambientando na década de 50, uma garota é internada em um sanatório pelo seu padrasto ganancioso, o qual pretende ser o único herdeiro da fortuna deixada por sua mãe. Dali em diante, ela passa a enfrentar terapias dolorosas, além da ameaça de que em 5 dias passará por uma sessão delobotomia. Diante do medo, sua única saída será refugiar-se em sua própria mente, onde criará uma realidade alternativa em que o sanatório.
Esse filme é o típico “ou você ama ou você odeia”, por isso eu estou considerando ele um “candidato a Cult”, ele é mega recente e nem deu tempo de mensurar as críticas e elogios e principlmente se depois de um ou dois anos alguém lembre que viu esse filme, mas não duvido nada que nas próximas comic-con terão algumas “Baby Dolls” desfilando entre os nerd e geeks em geral.
Concordo que houve um exagero nas cenas de lutas, nas quais elas iam para mundos diferentes e repletos de dragões, robôs, samurais, nazistas e armamento pesado a fim de poderem escapar, mas admito que apesar de tudo: Faz sentido.
Imaginação não tem que seguir lógica nenhuma. A garota está presa em um sanatório e precisa conseguir um mapa, algo que faça fogo, uma chave, uma faca e o quinto elemento que é será sua motivação, e este permanece incógnito até o final do filme. Ela transforma, em sua mente, o sanatório em bordel [talvez porque se sinta manipulada e usada com toda aquela situação] e cada vez que vai em busca de um dos objetos cria em sua cabeça a “luta” que lhe parece mais condizente com o momento. Não, não é A ORIGEM, não são camadas de sonhos. É imaginação!
Quantas vezes, nós, estamos imaginando uma coisa, do nada temos outro pensamento e as vezes até esquecemos como tudo começou?
Quantas vezes, nós, não damos um “upgrade” em alguma situação chata, imaginando como isso ou aquilo a tornariam interessante ou pensamos que “se tal coisa acontecesse seria muito legal”.
Pois essas são justamente as armas de Baby Doll, ao imaginar, por exemplo, os três gigantes que ela enfrentou e venceu, que no “bordel” eram os homens que a observavam dançar e no mundo real deviam ser os funcionários do sanatório. Mas e a dança? O QUE ERA A DANÇA?
Pelo contexto seria a tal terapia polonesa. Era onde sua imaginação fluía.
Eu gostei, não foi o filme que eu mais amei, mas valeu a pena porque ele foge dos padrões até no seu final surpreendente. A mais forte, que agüentou aquilo por meses para não largar a irmã, sobrevive, e a mocinha, que não tinha para onde voltar, fica em “seu mundo” para sempre.
O comparsa do padrasto vai preso e grita que vai entregar o verdadeiro culpado por tudo aquilo. Ou seja: De um modo bem torto, o final de todos foi como devia ser, por mais triste que fiquemos por Baby Doll.
Bem, é isso. O próximo post será sobre o excelente Donnie Darko, o filme é tão bom quanto complexo, por isso vai merecer um post exclusivo. Beijos e até a próxima!
sábado, 21 de maio de 2011
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Nota da autora
Queridos, desculpem, mais uma vez, a demora nas postagens, mas como já disse antes, meu tempo fica muito apertado nas semanas de provas. Isso me impede de fazer várias coisas que gosto, inclusive atualizar as matérias do Blog.
Vou fazer de tudo para manter o Meu Mundo Cênico, o mais atualizado possível.
Abraço a todos.
Michele, autora do Blog.
Vou fazer de tudo para manter o Meu Mundo Cênico, o mais atualizado possível.
Abraço a todos.
Michele, autora do Blog.
O inesquecível Clube dos Cinco.
Vejo muitos filmes nas horas livres, alguns bons, outros nem tanto, e claro, aqueles que considero obras-primas, como o que intitula esse post: The Breakfast Club mais conhecido no Brasil por Clube dos Cinco.
Mas vocês devem estar se perguntando: Por que falar desse filme 26 anos depois da sua estréia? Simples. Eu o assisti pela primeira vez ontem. Eu sei, é chocante e fico realmente frustrada por não tê-lo visto antes, posso afirmar com clareza que agora entendo o porquê dele ser considerado um "clássico cult" ou "o filme que define a década de 1980", de acordo com a Wikipédia.
Ele é simplesmente impecável e completamente leal em sua proposta.
O Clube dos cinco é daqueles filmes em que tudo dá certo, o elenco, as interpretações, o cenário, a fotografia, mas principalmente O ROTEIRO! Nesse filme o grande protagonista, de longe, foi o roteiro. Bem escrito, ágil, dramático, engraçado e muito atual, mesmo tendo sido escrito no ano de 1982, e pasmem, no longo período de dois dias por John Hughes, que também dirigiu o filme.
O filme aborda um dia na vida de cinco adolescentes que, por terem se comportado mal na escola, ficam detidos nesta, um sábado inteiro e que apesar de muito diferentes, acabam se conhecendo melhor. Uma ideia simples e ao mesmo tempo brilhante. A prova de que uma boa história, para ser contada, não precisa de milhões de efeitos especiais ou cenários caríssímos.
Antes do filme propriamente dito começar, nos defrontamos com uma sugestiva citação de David Bowie, a qual sintetiza bem a essência dos personagens principais.
"...E essas crianças em que você cospe, enquanto elas tentam mudar seus mundos, são imunes às suas consultas. Elas sabem muito bem pelo que atravessam...”
ALERTA DE SPOILER:
Sábado, 24 mar 1984. Shermer High School, Shermer, Illinois. 60062.
"Caro Sr. Vernon, aceitamos o fato de que nós tivemos que sacrificar um sábado inteiro na detenção pelo que fizemos de errado ... e o que fizemos foi errado, mas acho que você está louco por nos fazer escrever este texto dizendo-lhe o que pensamos de nós mesmos. Que te importa? Você nos enxerga como você deseja nos enxergar ... Em termos mais simples e com definições mais convenientes. Você nos enxerga como um cérebro, um atleta, um caso perdido, uma princesa e um criminoso. Correto? Essa é a maneira que nós nos víamos, às sete horas desta manhã. Passamos por uma lavagem cerebral."
Brian Johnson
O filme começa com a narração da carta escrita pelo "nerd" Brian e a chegada dos alunos à escola. Cada um a sua maneira, porém já nessa cena, podemos observar as sutis semelhanças entre os cinco.
Eles não podiam conversar entre si, dormir ou sair da biblioteca. Deveriam se limitar a pensar sobre seus atos e escrever uma redação sobre o que achavam deles mesmos e é aí que tudo começa.
O Clube:
John Bender, o criminoso:
John causa uma primeira impressão nada amigável. Desprezando a tudo e a todos, esnobando, insultando, ameaçando e fazendo piadinhas irônicas o tempo inteiro. Com isso ele acaba por chamar a atenção dos demais, que estavam dispostos, de fato, a fazer a redação e torcer para que o dia acabasse logo.
Aos poucos, John vai se revelando e em umas das inúmeras discussões com Andy, acaba mostrando a todos a queimadura de charuto do pai em seu braço. É nesse momento que todos descobrem que John sofre violência doméstica e essa é a razão de sua rebeldia.
Motivo da detenção: Vandalismo e rebeldia.
Claire Standish, a princesa.
Principal vítima dos insultos de John, Claire inicialmente passa a imagem de menina mimada e fútil. Posteriormente descobrimos que ela odeia conviver com seu grupo social de mauricinhos e patricinhas e que sempre é usada como moeda de troca pelos pais que estão a beira do divórcio.
Motivo da detenção: Gazetear aula para ir ao shopping.
Andrew "Andy" Clark, o atleta.
Ironicamente, o lutador é o mais doce dos cinco estudantes. Andy sofre muita pressão do pai para ser o melhor sempre. Ele é muito sensível e tem grande empatia pelos outros, inclusive pelo garoto que foi vítima do bullying dele com seus amigos lutadores. Andy chora sempre ao falar do assunto e na cena onde eles se drogam com a maconha de John, enquanto todos falam coisas desconexas, Andy dança. Ele simplesmente dança, passos eufóricos e desesperados, como se pela primeira vez estivesse solto, livre de uma corda invisível que o prendeu a vida inteira. O sonho de Andy é sofrer um acidente no joelho para ficar "inútil" e seu pai deixá-lo em paz.
Motivo da detenção: Bullying em um colega para agradar o pai.
Brian Johnson, o cérebro.
Brian, segundo John, "é o filho que todo pai gostaria de ter, o senhor perfeito, com uma vida perfeita", porém somos apresentados a uma realidade bem diferente. Igualmente ocorre com o atleta popular Andy, Brian sofre uma pressão enorme da família, no caso, por boas notas, inclusive até pensado o suicídio por ter zerado um trabalho.
Brian, ao consumir drogas, libera um "eu" totalmente descolado.
Motivo da detenção: Uma arma, na verdade é um sinalizador, disparou em seu armário.
OBS: Este é um dos poucos filmes em que o nerd não é visto como algo ANORMAL, com aquela típica visão de filmes clichês americanos. Aqui ele é tratado como membro de um grupo pouco popular na escola, mas não como uma aberração.
Allison Reynolds, o caso perdido.
Allison é a mais complexa do grupo. Se a primeira impressão de John foi ruim a dela foi péssima. Sua entrada furtiva na biblioteca fez todos rirem abertamente e depois seus trejeitos estranhos causaram aversão e, certa curiosidade, dos outros alunos.
É fácil notar que os pensamentos da garota fluem em um mundo difícil de penetrar sem que ela permita. Diferentemente dos outros quatro, ela não sofre pressão dos pais, ela é ignorada por eles. Completamente ignorada. Por isso sua bolsa está sempre pronta para uma fuga e seus planos são de recomeçar em um lugar melhor, mas fazer com que a menina quieta e calada se revelasse foi uma tarefa muito difícil para os outros. Tudo nela, desde as roupas até a atitude é um grito por atenção.
Motivo da detenção: Nenhum. Ela não tinha nada melhor para fazer no sábado.
A parte do nerd mandando a princesinha "se fu@#$r" por ela achar que os membros do seu grupo não sofriam nenhum tipo de pressão social é muito diferente do que estamos acostumados a ver em filmes de high school americanos. Outras cenas diferentes do habitual foram as do início do interesse de Andy por Allyson, que ocorreram antes mesmo dela tirar as inúmeras camadas de roupa e maquiagem preta. Geralmente nos filmes, o bonitão só se apaixona pela esquisita após a "transformação" dela.
Uma curiosidade interessante sobre o filme é que a memorável cena em que os personagens sentam em círculo no chão da biblioteca e contam as razões de seu castigo, não tinha falas no roteiro original e o diretor autorizou os atores que falassem o que quisessem. Essa é uma das minhas cenas favoritas do filme, talvez, inclusive, por essa espontaneidade dos diálogos.
Só tenho a dizer, por fim, que assistam esse clássico. É uma experiência inesquecível.
"Você é muito sexy, quando fica com raiva"
John para Andy
Em 2008, o filme foi escolhido pela revista Empire como um dos 500 melhores filmes de todos os tempos. Do mesmo modo, o The New York Times o colocou como o seu melhor filme na lista 1000 Movies Ever. O filme também é número 1 no ranking da revista Entertainment Weekly sobre os 50 melhores filmes High School e é inquestionável que o filme serviu e ainda serve de inspiração para outras obras cinematográficas.
Posters Minimalistas (acho isso muito legal):
Brian Johnson: "Caro Sr. Vernon, aceitamos o fato de que nós tivemos que sacrificar um sábado inteiro na detenção, pelo que fizemos de errado ... mas acho que você está louco por nos fazer escrever um texto dizendo o que nós pensamos de nós mesmos. Você nos enxerga como você deseja nos enxergar ... Em termos mais simples e com as definições mais convenientes. Mas o que descobrimos é que cada um de nós é um cérebro ..."
Andrew Clark: "... um atleta ..."
Allison Reynolds: "... um caso perdido ..."
Claire Standish: "... uma princesa ..."
John Bender: "... e um criminoso ..."
Brian Johnson: "Isso responde a sua pergunta? Sinceramente, o Clube dos Cinco."
Imagens weheartit.
sexta-feira, 11 de março de 2011
A desconfortável 6º temporada de Supernatural.
Alerta de Spoiler:
Antes de mais nada esclareço que sou fã da série e que acompanho a mesma desde o episódio piloto. Logo me considero com certo embasamento para afirmar que essa 6ª temporada está muito diferente das anteriores. Quem acompanha a série desde as primeiras buscas dos irmãos pelo pai desaparecido sabe do que estou falando...
Acredito que isso se deva, inicialmente, a saída de Eric Kripke, criador de Supernatural, no fim da 5º temporada e sua posterior substituição por Sera Gamble, uma roteirista, no comando da série. Infelizmente eu já suspeitava da queda de qualidade da série, quando fiz um post profético sobre os bastidores da 6º temporada.
Mas por que meu desconforto? Vamos as respostas:
1- Depois de semanas sem nenhum novo episódio da série, temos acesso ao material de uma temporada inédita de Supernatural e não ouvimos logo de cara o ritmo agitado da já tradicional música do Kansas, Carry on my wayward son. Ao invés disso somos apresentados a Beautiful Loser, de Bob Seger. A música é boa, porém não se compara a anterior.
2- A maioria dos episódios são lentos, com uma história que pouco prende o telespectador. Falta emoção, empolgação mesmo. Inicialmente pensei que era porque a temporada estava no começo e logo iria melhorar... Bem, já estamos no episódio 16 em uma série cuja temporada tem no máximo 24 episódios...
3- Por que em quase todos os episódios existe um desabafo de confiança mútuo entre Dean e Sam? Por que essa necessidade da nova showrunner em mostrar o quanto os dois são unidos e que podem sempre contar um com o outro? Isso já não estava claro antes?
4- Por que aniquilar assim os personagens?
mas por quê matar assim todo mundo? Desespero? Falta de criatividade aí é só apelar pro emocional do telespectador? Não importa, não a perdoo por matar o Crowley e outros 10 personagens dignos por episódio...Eric Kripke "matava", mas fazia isso com algum embasamento e não por apelação.
5- FOCO! Please! A temporada começa de um jeito, no meio fica de outro e agora somos apresentados ao óbvio alter-ego de Sera Gamble, A MÃE DE TUDO, uma vilã tão entediante quanto a história que a precedeu.
6- Por que todos os episódios parecem fillers de algo que não acontece nunca?
7- O que foi aquele episódio 15?
Sinopse do episódio:
Raphael (ator convidado Lanette Ware) lança um ataque a Castiel e seus aliados, enviando um assassino angelical particularmente assustador (ator convidado Carlos Sanz) atrás de Balthazar (ator convidado Sebastian Roché), Sam e Dean. Com a finalidade de proteger os irmãos, Balthazar os envia a um universo alternativo onde eles são astros de uma série de TV chamada "Supernatural" e são atores chamados "Jensen Ackles" e "Jared Padalecki." Os irmãos ficam confusos quando Castiel parece ser um ator "feliz-twitteiro" chamado Misha Collins e Sam é casado com Ruby, uma atriz (Genevieve Cortese).
8- Cadê o profeta da temporada anterior ou o garotinho anti-cristo? E o que houve com o Adam Winchester?
9- Por que não esclarecer todos os mistérios e encerrar a série com toda classe e estilo que ela merece ao invés de criar novos vilões sem carisma e suas histórias desinteressantes?
10- EU QUERO SUPERNATURAL DE VOLTA!!!
Mas a culpa de tudo não é só da Sera Gamble. Eric Kripke saiu por querer apenas um show com 5 temporadas com uma história linear, bem explorada e bem concluída. O erro foram os empresários que estavam ganhando uma grana em cima do sucesso de Supernatural quererem render uma história já bastante explorada e não darem um fim digno a série, e pior, nem tem previsão de o fazer, correndo o risco de Supernatural acabar como tantas outras séries, sem um final adequado, apenas encerrado.
Aí cabe aos pobres roteiristas empurrarem como podem a história dos irmãos Winchester.
Quanto a mim, vou continuar assistindo a série, mantendo as esperanças no que foi bom um dia.
Já de tudo que foi dito nesse e no outro post que escrevi sobre Supernatural, pelo menos um sentimento positivo pode ser retirado: O Castiel permaneceu no elenco fixo. No mais é só ter esperança e paciência. Muita paciência!
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
O incrível clipe alternativo de "You Only Live Once" da banda The Strokes.
Se vocês, asim como eu, não conheciam essa obra-prima, só digo uma palavra: Apreciem.
Sem moderação.
Informações sobre o clipe:
Director: Warren Fu
VFX: Louis Katz, Warren Fu & Laundry Design
Producers: Chris Noviello, Steve Jang, Warren Fu
Client: RCA Records / imeem
O vídeo abre com "Ize of the World", que de repente soa bem como uma trilha sonora de fast-forward, imagens de escadas rolantes em movimento, o aumento dos preços do gás, e um eclipse completo com o monólito de 2001. Depois segue-se o holocausto nuclear.
Felizmente amostras são preservadas em um foguete com destino a Sirius. Parte de um arquivo digital da vida na Terra, com várias informações sobre o passado, como espécies em relação ao sexo, guerra e religião é mostrado em monitores de vídeo e os Strokes, em versão holográfica, cantam a bordo, aproximadamente no século 420.
Após a nave adentrar em uma espécie de buraco negro, o vídeo termina com a volta em segurança ao ano de 1977.
E agora o clipe que conhecemos, e que eu já achava super foda, com legendas:
Fonte.
Sem moderação.
The Strokes: "You Only Live Once" - HD from Warren Fu on Vimeo.
Informações sobre o clipe:
Director: Warren Fu
VFX: Louis Katz, Warren Fu & Laundry Design
Producers: Chris Noviello, Steve Jang, Warren Fu
Client: RCA Records / imeem
O vídeo abre com "Ize of the World", que de repente soa bem como uma trilha sonora de fast-forward, imagens de escadas rolantes em movimento, o aumento dos preços do gás, e um eclipse completo com o monólito de 2001. Depois segue-se o holocausto nuclear.
Felizmente amostras são preservadas em um foguete com destino a Sirius. Parte de um arquivo digital da vida na Terra, com várias informações sobre o passado, como espécies em relação ao sexo, guerra e religião é mostrado em monitores de vídeo e os Strokes, em versão holográfica, cantam a bordo, aproximadamente no século 420.
Após a nave adentrar em uma espécie de buraco negro, o vídeo termina com a volta em segurança ao ano de 1977.
E agora o clipe que conhecemos, e que eu já achava super foda, com legendas:
Fonte.
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Os poderosos Oxfords
Oi gente, estava com saudades de vocês. Eu sei que estou demorando a postar, mas é por pura falta de tempo mesmo.
Bem...Primeiramente quero agradecer os recados sobre o novo design do blog.Ficou super fofinha mesmo a colagem.
E não, não vou dizer qual a cidade que aparece em várias dessas fotos aí em cima. Vocês vão ter que adivinhar. Uma dica: É a cidade onde moro! Aêê, ficou fácil, né?Não!
Huahuahahuahauhaua mas já ajuda, fica no Nordeste e... Não vou dizer mais nada, chutem aí nos coments.
Bem, falando em chute, vou começar a falar no assunto desse post: Os sapatos oxford.
Um pouco da história dos sapatos Oxford:
O Oxford apareceu pela primeira vez na Escócia e na Irlanda , onde eles são chamados ocasionalmente Balmoras por causa da rainha do castelo Balmoral, na Escócia.
Já na França, os Oxford são mais conhecidos sob o nome de Richelieu.
O Oxford é um sapato fechado, de amarrar, com modelo originalmente masculino que ganhou esse nome porque virou febre entre os estudantes da Universidade de Oxford, na Inglaterra, no século 17. Durante muito tempo, o sapato Oxford era associado ao conservadorismo e ao tradicionalismo e usado apenas com uniformes.
A palavra da vez é Versatilidade:
Já agora, no século XXI, os Oxfords deixaram para trás essa história de conservadorismo e ganharam cores vibrantes, fitas, modelos com e sem salto e em formato de botinha e claro os modelos estilo vintage que são um charme.
Já faz algum tempo que o guarda-roupa masculino invadiu o armário das garotas, desde as calças boyfriend às estampas militares. Com o Oxford mantém-se a mesma lógica: Para quebrar o estilo masculino da peça, o segredo é caprichar nos acessórios femininos.
Agora se você, assim como eu, mora em um lugar tropical e pensa: “Mas eu não moro na Europa, será que esses sapatos combinam com o Brasil?”
Claro que sim! Apesar de terem sido tendência no inverno europeu, os nossos queridos Oxfords continuam firmes e fortes no verão 2011 em modelos super confortáveis e arejados, assim como as belas Summer Boots. Então, minhas caras, não precisam ficar desesperadas, esses sapatos ficam um charme no nosso estilo mais caliente e super combinam com saias, shorts e calças jeans, leggins, vestidos florais, colares variados, blusas com uma pegada mais rocker, pulseiras, não há limites para a criatividade!
Eu já garanti o meu. E vocês, o que estão esperando? Comprem e arrasem, suas lindas.
Bem...Primeiramente quero agradecer os recados sobre o novo design do blog.Ficou super fofinha mesmo a colagem.
E não, não vou dizer qual a cidade que aparece em várias dessas fotos aí em cima. Vocês vão ter que adivinhar. Uma dica: É a cidade onde moro! Aêê, ficou fácil, né?
Huahuahahuahauhaua mas já ajuda, fica no Nordeste e... Não vou dizer mais nada, chutem aí nos coments.
Bem, falando em chute, vou começar a falar no assunto desse post: Os sapatos oxford.
Um pouco da história dos sapatos Oxford:
O Oxford apareceu pela primeira vez na Escócia e na Irlanda , onde eles são chamados ocasionalmente Balmoras por causa da rainha do castelo Balmoral, na Escócia.
Já na França, os Oxford são mais conhecidos sob o nome de Richelieu.
O Oxford é um sapato fechado, de amarrar, com modelo originalmente masculino que ganhou esse nome porque virou febre entre os estudantes da Universidade de Oxford, na Inglaterra, no século 17. Durante muito tempo, o sapato Oxford era associado ao conservadorismo e ao tradicionalismo e usado apenas com uniformes.
A palavra da vez é Versatilidade:
Já agora, no século XXI, os Oxfords deixaram para trás essa história de conservadorismo e ganharam cores vibrantes, fitas, modelos com e sem salto e em formato de botinha e claro os modelos estilo vintage que são um charme.
Já faz algum tempo que o guarda-roupa masculino invadiu o armário das garotas, desde as calças boyfriend às estampas militares. Com o Oxford mantém-se a mesma lógica: Para quebrar o estilo masculino da peça, o segredo é caprichar nos acessórios femininos.
Agora se você, assim como eu, mora em um lugar tropical e pensa: “Mas eu não moro na Europa, será que esses sapatos combinam com o Brasil?”
Claro que sim! Apesar de terem sido tendência no inverno europeu, os nossos queridos Oxfords continuam firmes e fortes no verão 2011 em modelos super confortáveis e arejados, assim como as belas Summer Boots. Então, minhas caras, não precisam ficar desesperadas, esses sapatos ficam um charme no nosso estilo mais caliente e super combinam com saias, shorts e calças jeans, leggins, vestidos florais, colares variados, blusas com uma pegada mais rocker, pulseiras, não há limites para a criatividade!
Eu já garanti o meu. E vocês, o que estão esperando? Comprem e arrasem, suas lindas.
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